Especialista em soluções para medicina diagnóstica por imagem
Oferecemos soluções em radiologia confiáveis e escaláveis, utilizadas em mais de 50 países e adotadas por centros de diagnóstico de todos os portes.
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Empresa com 20 anos de experiência em medicina diagnóstica por imagem, atuando como um dos principais distribuidores de soluções em radiologia digital, integração de sistemas e implantação de RIS/PACS no Brasil.
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Perguntas Frequentes
Explore as respostas para as dúvidas mais comuns e entenda por que a Polygon é a escolha certa para o seu negócio.
O que é DICOM?
DICOM é o acrônimo para “Digital Imaging and Communications in Medicine” (Imaginologia Digital e Comunicações na Medicina). É um padrão desenvolvido ao longo de mais 10 anos, por iniciativa do ACR (American College of Radiology) e o NEMA (National Equipment Manufacturers Association), ambos dos Estados Unidos, com o objetivo de padronizar a geração digital de imagens médicas e os protocolos de transferência das mesmas a dispositivos externos, de forma a garantir a qualidade e a integridade dos dados.
Saiba mais sobre DICOM clicando aqui.
O que é PACS?
PACS é o acrônimo para “Picture Archiving and Communication System” (Sistema de Arquivamento e Comunicação de Imagens). Um sistema PACS é dedicado exclusivamente ao gerenciamento de imagens, sendo composto por módulos de software capazes de fornecer os recursos que permitam realizar a Comunicação com os dispositivos médicos, o Arquivamento e a Visualização de imagens médicas, que devem estar exclusivamente no padrão DICOM (não existe PACS que trabalhe com imagens em formatos diferentes do DICOM).
O que é RIS e HIS?
RIS e HIS são acrônimos para “Radiology Information System” (Sistema de Informação Radiológica) e “Hospital Information System” (Sistema de Informação Hospitalar). Cada um tem uma função específica dentro do ecossistema de softwares para imagens médicas. A função do RIS é, resumidamente falando, a de fornecer recursos para que médicos e pessoal administrativo possam gerar e controlar o fluxo de pacientes e laudos dentro de instituições como clínicas e centros de diagnóstico dedicados à realização de exames de imagem, enquanto o HIS tem funções mais abrangentes relacionadas com o gerenciamento de atividades relacionadas exclusivamente a hospitais.
Quais as vantagens de se utilizar sistemas RIS/HIS e PACS?
Eles permitem que toda a jornada do paciente dentro da instituição seja 100% digital, desde o cadastro inicial na recepção, passando pela execução dos exames, visualização e geração do laudo até a entrega dos resultados. Dentre as inúmeras vantagens, podemos destacar:
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Diminuição de custos diretos e indiretos na operação, pois elimina-se a utilização de filmes radiográficos, custos com impressão de resultados e custos indiretos relativos ao retorno dos pacientes para entrega de resultados.
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Maior precisão diagnóstica, graças aos inúmeros recursos e ferramentas de visualização, que incluem atualmente soluções de Inteligência Artificial para a conclusão e a geração de laudos.
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Agilidade na entrega de resultados, feita através de Portal do Paciente Online.
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Aumento de produtividade e melhora na gestão de informações e prontuários médicos.
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Aderência a todos os requisitos sanitários exigidos pela ANVISA, CFM e CBR.
O que deve ser considerado na escolha de um sistema PACS?
O PACS é o elemento principal dentro do fluxo de trabalho do diagnóstico médico por imagem. Uma escolha errada pode acarretar prejuízos de toda ordem, sejam operacionais, administrativos ou até mesmo legais, no caso de perda de dados.Aqui elencamos os 4 pontos principais para escolha:
1. Arquitetura e armazenamento
A primeira decisão deve ser sobre onde os dados serão armazenados.Os sistemas PACS da Polygon foram desenvolvidos nativamente para plataforma Web e dessa forma oferecem enorme flexibilidade de implantação, podendo ser 100% Cloud (Nuvem), 100% On-premise (infraestrutura local) ou Híbrido, com instalação e armazenamento local de curto prazo para maior velocidade, e armazenamento de longo prazo em nuvem, trazendo maior segurança para os dados.
2. Interoperabilidade e integração
Um PACS não trabalha sozinho. Ele precisa "conversar" com outros sistemas, como RIS e HIS de outros fabricantes, usando protocolos e métodos padronizados e reconhecidos como DICOM, HL7 e WADO. Também deve possuir interface de software (API), com métodos que permitam a consulta de dados e informações pertinentes aos exames nele armazenados.
As integrações são necessárias para permitir:
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Disponibilização de dados de cadastro do paciente e exame (gerados pelo RIS/HIS) via DICOM Modality Worklist para os aparelhos de diagnóstico.
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Acesso a resultados online no Portal do Paciente para médicos solicitantes externos e pacientes.
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Acesso a laudos e imagens via PEP do HIS, para usuários e médicos solicitantes dentro do Hospital.
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Recebimento/Envio de laudos em vários formatos de/para sistemas RIS/HIS
Os sistemas PACS da Polygon já foram integrados a diversos sistemas, dentre eles o MV Soul, Tasy, Wareline, Naja, CS Imagem, SISAC, XClinic e muitos outros.
3. Experiência do usuário e ferramentas de visualização
O visualizador é a ferramenta de trabalho do radiologista e portanto deve funcionar dentro dos mais estritos critérios de qualidade e segurança. Muitos sistemas PACS no Brasil oferecem visualizadores open source ou gratuitos, que podem comprometer enormemente a qualidade das imagens exibidas e consequentemente a qualidade do laudo gerado.
Para sua segurança e da sua instituição, escolha um PACS com visualizador garantido por certificação de qualidade ISO 9001 e ISO 13485, além de aprovação por órgãos de controle sanitário como FDA (Estados Unidos), CE (Comunidade Europeia) e ANVISA.
Além disso, considere também:
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Velocidade de carregamento: Especialmente em conexões de internet instáveis.
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Ferramentas de Pós-processamento: Reconstrução Multiplanar (MPR), Projeção de Intensidade Máxima (MIP) e renderização 3D.
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Capacidade de utilização de múltiplos monitores.
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Capacidade de configuração de protocolos de tela de acordo com a modalidade do exame (Hanging Protocols).
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Integração com aplicações de IA.
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Compatibilidade Zero-Footprint: Visualizadores que rodam direto no navegador (Chrome, Edge), sem necessidade de instalar softwares pesados em cada máquina.
4. Segurança de Dados e LGPD
Sistema de software para saúde lidam com dados sensíveis. Esteja certo de escolher um sistema que tenha recursos como:
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Criptografia de ponta a ponta na comunicação DICOM
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Logs de auditoria: Saber exatamente qual usuário executou operações críticas como visualizar, deletar, mesclar, etc. além de quando foram executadas.
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Conformidade com a LGPD: Garantir os direitos de privacidade do paciente.
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Redundância e Backup: O que acontece se o servidor principal falhar? O plano de Disaster Recovery deve ser robusto.
5. Suporte técnico e escalabilidade
Sistemas de saúde não param. O suporte precisa ser:
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24/7: Problemas em plantões noturnos são comuns.
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Escalável: O sistema deve suportar o aumento do volume de exames (em Terabytes por ano) sem perda de performance.
A Polygon oferece soluções de PACS certificadas, usadas em mais de 50 países, para serviços de diagnóstico de todos os tamanhos e todas as necessidades.
O portal de resultados é personalizável?
Sim. Nosso Portal de Resultados para pacientes é uma solução totalmente personalizável e que funciona com qualquer sistema RIS/HIS e PACS do mercado. Cada cliente terá um domínio próprio para publicação e acesso aos resultados e pode optar por armazenar os exames no Portal em nuvem em estrutura da AWS - Amazon Web Services, o mais seguro do mundo, isolando o PACS do acesso externo, para maior segurança.
Posso armazenar exames de métodos gráficos no PACS?
Sim, é possível graças a algumas ferramentas que desenvolvemos, chamadas FlexPRINT e FlexCAP. Através delas, exames como ECG, Holter, Mapa, Espirometría, Retinografía, Colonoscopia, Endoscopia, Colposcopia e muitos outros, cujos resultados geram um relatório imprimível ou imagens em formatos de uso comum como JPG, BMP, PNG, etc, podem ser convertidos ao padrão DICOM e enviados a qualquer sistema PACS.
Se você tem exames dessa natureza, ou exames em formato proprietário armazenados em mídias magneto-ópticas, fitas magnéticas ou storage, e deseja convertê-los ao padrão DICOM, fale com um de nossos consultores.
O que é migração de dados DICOM e não-DICOM?
É o processo de transferir imagens e laudos de pacientes, de sistemas RIS, HIS, PACS legados para um novo. É um processo complexo, altamente regulamentado e crítico que requer um planejamento cuidadoso para garantir que nenhum dado seja perdido ou corrompido durante a transição de um sistema PACS a outro.
Como funciona a avaliação da Migração DICOM?
Saiba mais sobre MIGRAÇÃO DICOM clicando aqui.
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